Agente da CORE travou batalha de mais de um ano após ser atingido por fuzil durante ação na Vila Aliança; Governo do Estado lamenta a perda
O policial civil Felipe Monteiro Marques, agente da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais) e piloto, morreu neste domingo (17), após mais de um ano de luta pela vida. Ele havia sido gravemente ferido em março de 2025 durante uma operação da Polícia Civil na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, quando o helicóptero em que atuava como copiloto foi atingido por disparos de fuzil efetuados por criminosos.
Desde o momento em que foi baleado, Felipe Monteiro travou uma longa e difícil batalha pela recuperação, marcada pela fé, pela força e pela dedicação de sua esposa e familiares. Sua luta mobilizou colegas de profissão, amigos e uma rede de pessoas que acompanharam e torceram por sua sobrevivência ao longo de todos esses meses.
A morte do policial provocou comoção no meio da segurança pública fluminense e reacendeu o debate sobre os riscos enfrentados pelos agentes que atuam nas operações mais perigosas do estado — especialmente aquelas realizadas por via aérea, em territórios dominados por facções criminosas armadas com fuzis de alto calibre.
Nota oficial — Governo do Estado do Rio de Janeiro
“O Governo do Estado do Rio de Janeiro lamenta a morte do policial civil e piloto da CORE, Felipe Monteiro Marques, que foi ferido em março de 2025, durante uma operação da Polícia Civil na Vila Aliança, quando o helicóptero em que atuava como copiloto foi alvo de disparos de criminosos com fuzis.
Desde então, ele travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família, especialmente de sua esposa, mobilizando colegas de profissão, amigos e todos os que torceram por sua recuperação.
Neste momento de dor, o Governo do Estado presta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros da Polícia Civil, e reconhece a bravura, o compromisso e a entrega do comandante Felipe Monteiro Marques no exercício da missão de proteger a população fluminense. Sua coragem e seu legado permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado.”



















