Por Luciano Ribeiro.
Epicuro nasceu em 341 a.C., em Samos e fundou sua escola filosófica. A escola de Epicuro é considerada a primeira das grandes escolas helenísticas. Seu ensino foi consolidado na Academia de Platão e no Liceu de Aristóteles e os peripatéticos. Epicuro escolheu um local em Atenas que parecia um horto, para seu local de ensino, chegando a denominá-lo jardim. O jardim de Epicuro era o centro de estudo que ficava afastado da conturbada vida pública de Atenas. Desse modo, seus seguidores passaram a se chamar filósofos do jardim. No período helenístico estava havendo grandes transformações e a escola epicurista se destacou, como aquela que realmente tinha algo novo a dizer aos cidadãos atenienses, iniciando uma grande revolução espiritual entre seus seguidores e adeptos.
Toda a ética de Epicuro representa um esforço para libertar a alma humana de equívocos ou de infundadas crenças aterrorizadoras. Para Epicuro a filosofia deveria servir ao homem como instrumento de libertação e como via da consciência de que é ao homem que compete o domínio de si mesmo. É preciso buscar o prazer e evitar a perturbação da alma pela fuga da dor. A conversa filosófica entre amigos é considerada o remédio por excelência no pensamento epicurista. Epicuro tinha um ideal hedonista (a palavra hedoné, do grego, significa “prazer”). Para ele a felicidade é a falta de dor e perturbação, que viria a ser encontrada na busca pelo prazer. Esse prazer é o do sábio, entendido como uma mente tranquila que domina as emoções, não o prazer desregrado dos excessos. É o controle sobre si perante os problemas da vida, princípio e finalidade de uma vida plenamente e feliz.
Luciano Ribeiro é formado em filosofia





















Parabéns meu amigo Luciano. Muito bacana o texto!!!!
Interessante, mas uma vida hedonista sem direção é deveras prejudicial, como por exemplo 99% dos jovens, que vivem na esbórnia sem direção alguma. vivem pelo álcool, em outras gerações a moda do momento foi o fumo descontrolado, hoje , o álcool tomou esse lugar, impulsionado por canções vazias de cantores de funk e sertanejo universiotario que não tem capacidade cognitiva de oferecer uma canção que edifica. E o mundo segue… Qual seria a droga da próxima geração?
Texto muito interessante, estamos apliando os conhecimentos
Parabéns Luciano, belo texto.
Vida longa e próspera .