Bandidos vieram de Bangu, no Rio de Janeiro
Policiais Civis da 93ª Delegacia de Polícia prenderam em flagrante na tarde desta terça-feira, dia 6, três acusados que praticavam golpes em agências bancárias de Volta Redonda.
A ação foi coordenada e orientada pelo delegado titular Vinícius Coutinho e pelo delegado adjunto Dr. José Carlos Neto. Foram presos duas mulheres, de 20 e 24 anos, e dois homens, de 26 e 33 anos, todos de Bangu, no Rio de Janeiro.
A ação foi resultado de uma investigação detalhada que monitorava as atividades dos envolvidos no esquema de estelionato. Na ocasião, foi possível identificar que a mulher mais velha estava em uma agência do banco Itaú, localizada no bairro Conforto. Ela utilizava uma procuração falsa e assinava contratos e documentos para recebimento de benefício previdenciário.
A estelionatária foi detida no momento em que tentava realizar uma transação fraudulenta utilizando documentos falsos. Ela confessou aos policiais a prática criminosa e disse que estava acompanhada de outras pessoas, também de Bangu, que vieram para cidade também praticar estelionatos.
A equipe deu continuidade a ação, localizando a outra integrante da quadrilha do lado de fora da agência. Ela aguardava a sua vez para entrar na agência e praticar o golpe, após o comando de seus comparsas. A golpista confirmou as informações da outra mulher, afirmando ainda que eles vieram de Bangu em um grupo de seis pessoas, utilizando, em um veículo, que posteriormente foi localizado estacionado próximo à agência.
Após os policiais realizaram campana, conseguiram identificar e prender os dois homens. Ambos também confessaram o crime. Após buscas no veículo, foram encontrados documentos em nome de terceiros, alguns cartões bancários, telefones celulares e a quantia de R$ 4 mil em espécie.
Todos os demais envolvidos foram identificados e responderão pelos seus atos. As prisões fazem parte de uma operação contínua para combater crimes financeiros na região. Os presos usavam técnicas sofisticadas para obter informações pessoais e bancárias das vítimas, realizando transações fraudulentas e causando prejuízos significativos aos bancos e correntistas.



















