Estado soma 884 mil turistas no 1º trimestre de 2026 e mantém crescimento após recuperação pós-pandemia; Deputado Gustavo Tutuca, ex-secretário de Turismo, é apontado como arquiteto dessa virada
O Estado do Rio de Janeiro se consolidou como o principal destino de turismo internacional do Brasil. Os números são contundentes: no primeiro trimestre de 2026, o Rio recebeu 884.535 turistas estrangeiros — o maior volume de visitantes internacionais registrado no país no período. E 2026 já começou com o pé direito, mantendo taxas de crescimento superiores a 17% ao mês em relação ao ano anterior.
Essa trajetória, no entanto, não surgiu do acaso. Ela é fruto de um trabalho de reconstrução sistemática do setor turístico conduzido ao longo de mais de cinco anos pelo então secretário de Estado de Turismo, Gustavo Tutuca, hoje deputado estadual. Foi sob sua gestão que o Rio saiu de um dos piores momentos de sua história recente e voltou a ocupar o topo do ranking nacional.
Do colapso à liderança
O ponto de partida é revelador da magnitude da crise que o setor enfrentou. Em 2020, no auge da pandemia de Covid-19, o Estado do Rio de Janeiro recebeu menos de 100 mil turistas internacionais em todo o ano — um colapso sem precedentes para um destino historicamente associado ao turismo mundial.
A recuperação, construída passo a passo, transformou esse cenário de forma acelerada e consistente:
– 2022: 652 mil turistas internacionais
– 2023: 1,1 milhão de turistas internacionais
– 2024: 1,5 milhão de turistas internacionais
– 2025: 2,2 milhões — recorde histórico
Em quatro anos, o estado multiplicou por mais de 22 vezes o número de visitantes estrangeiros em relação ao fundo do poço da pandemia.
Liderança que desafia o óbvio
O feito ganha ainda mais relevância quando se analisa o contexto da concorrência. O Rio de Janeiro terminou 2025 à frente de estados com vantagens logísticas significativas: São Paulo, que concentra o principal aeroporto internacional do país e a maioria das conexões aéreas, recebeu 866 mil turistas estrangeiros. O Rio Grande do Sul, porta de entrada natural para visitantes do Cone Sul que chegam de carro, registrou 764 mil — sendo que mais de 700 mil desses turistas entram pelo sul do Brasil por via terrestre.
Ainda assim, o Rio lidera com folga. 884.535 turistas só no primeiro trimestre de 2026.
E o crescimento segue: janeiro de 2026 registrou alta de +20,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Fevereiro, +18,5%. Março, +17,7%. O estado manteve crescimento de dois dígitos nos três primeiros meses do ano.
O arquiteto da virada
“Estive à frente da Secretaria de Estado de Turismo por mais de 5 anos, trabalhando para a reconstrução de um setor que é fundamental para todo o estado”, afirmou Tutuca. Para o deputado, os números refletem não apenas a beleza natural do Rio, mas uma política estruturada de promoção e fomento ao turismo. “Mais turismo significa mais emprego, mais renda e mais desenvolvimento econômico e social”, completou.
A campanha #BoraComTutuca, que acompanhou parte desse ciclo de divulgação dos resultados, sintetiza em poucas palavras o argumento central: O Rio voltou a crescer. E segue avançando como referência no turismo internacional.
Um setor que transforma
O turismo é reconhecido como um dos setores de maior impacto transversal na economia. Cada turista internacional que desembarca no Rio movimenta hotelaria, gastronomia, transporte, cultura e comércio. Com 2,2 milhões de visitantes estrangeiros em 2025 e um primeiro trimestre de 2026 já batendo recordes, o Estado do Rio de Janeiro não apenas se recuperou — ele se reinventou como potência turística nacional.
A liderança conquistada é, acima de tudo, o resultado de uma escolha: a de tratar o turismo como política de Estado.



















